Capitulo 13
Narrado por Alfonso
Estava nesse exato momento olhando para ela.
Seu olhar era lindo, seu rosto era perfeito. ela me olhava com um olhar interrogativo, enquanto me enfernizava para falar meu nome.
Tenho certeza que na hora que falar, ela vai saber quem eu sou, e falara tudo para a minha avó, não queria que ela ficasse sabendo e vergonhoso.
Não quero que minha avó saiba o meu estado, o estado que fiquei depois de tudo o que aconteceu.
As coisas mudaram para mim, eu mudei, a minha vida mudou, dói lembrar de tudo o que aconteceu, lembrar que eu fui o causador disso tudo.
- Estou morrendo de fome. - diz me olhando.
– também — digo beijando seu pescoço.
– agora você poderia me falar seu nome maltrapilha? Porque e estranho depois de transar com um cara, o chamar ele de maltrapilha haha — diz rindo da minha cara.
– Alfonso, Alfonso Herrera..... — respondo, mesmo já esperando a reação dela.
– tinha certeza disso, maltrapilha.
– imagina, loira, só espero que você não conte como nos conhecemos para a minha avó. — respondo realmente não quero que ela saiba, como eu ando.
– só não entendo, porque você ficou desse jeito, você e rico, tem dinheiro maltrapilha, virou um homem sujo. — pergunta, sendo óbvia, ela realmente não entende. Ela não viu sua família ali sendo morta por sua culpa.
– você não entende, e nunca vai entender.
– vou sim, se você me falar. Quero entender. — fala me olhando interrogativa, ela tinha razão, mais não quero contar, já contei demais sobre a minha vida, ainda mais para alguém que não sei nada sobre.
– não quero falar sobre isso, porque você vai continuar sem entender, você não sabe o que aconteceu — digo a puxando para a cama novamente.
Era difícil falar sobre isso, foram poucos nossos encontros, mesmo que o primeiro talvez ela não se lembre, mais foi a nove anos atrás, sempre tive uma memória muito boa.
Estamos aqui hoje, na casa dela, na cama dela, sem roupa alguma.
Não que eu esteja arrependido, não muito pelo contrário, ela e maravilhosa, e linda.
Foi maravilhoso esse momento com ela, foi maravilhoso explorar cada pedacinho desse corpo, foi magnífico.
– foi depois da morte deles? — ela diz se referindo a tatuagem que tenho no peito, escrito tom y aninha.
Preferi colocar os apelido, era assim que os chamava, então optei assim.
– não, foi um dia antes do aniversário de um ano da Ana, quando eu ia fazer com o nome do tom, descobrimos a gravidez da Angélica, optei por esperar, para fazer os dois nomes juntos. — falo acariciando a mão dela, que se encontra encima da tatuagem.
– sua avó me amostrou uma foto deles, eram crianças lindas. — diz sorrindo.
– lindas, mais levadas demais. — sorrio de volta.
– acho que se eu tivesse paciência, teria filhos também, mais não tenho paciência, então sem chance.
– você fala isso agora, mais de um dia tiver algum filho, não vai pensar em mais nada, apenas no bem dele, eu imaginava a mesma coisa, mais quando o tom nasceu, não pensei em mais nada, só queria o melhor para ele. — respondo sorrindo e lembrando — quando ele nasceu todos pensaram que seria igual a mim, agitado, curioso, nunca parando quieto, mais não, de mim só puxou a aparência mesmo.
– coitado, só puxou a pior parte haha — debocha da minha cara, até que escutamos a campainha tocar. — merda, justo hoje, que dei folga para os funcionários.
Ela se levanta zangada colocando a roupa, que eu tive o maior trabalho para colocar.
Vejo ela sair braba, levanto e vou colocar minha roupa também, fico olhando para o quarto, e realmente ela tem um bom gosto.
Não e por nada que ela e uma grande arquiteta.
Fico olhando, até que descido descer, já estava na minha hora de ir, iria visitar minha avó, hoje novamente e mais tarde iria no cemitério.
Já passa das cinco da tarde.
Antes de ir na minha avó, terei que passar na casa do Christian, para pegar um roupa com ele.
Quando desce me deparo com a pessoa que menso queria encontrar.
Escuto a tal morena falando, parece que e amiga da anahi.
E que se chama maite.
– anahi você tem que se acustumar, o William e uma pessoa maravilhosa, uma pessoa boa, por isso que eu comecei a namorar com ele, ele e de ótima índole — diz beijando o maldito do Levy, enquanto a loira fica com cat de deboche para eles.
– anahi querida.... — ele começa a falar mais ela o corta.
– querida não, não gosto de você, não quero intimidade alguma com você, eu não vou com a sua cara, não gosto de você, e não quero você dentro da minha casa, então Maitê faça o favor se nunca mais trazer esse idiota para dentro da minha casa, não o suporto, então se você quer que eu ainda uma boa relação com você, não o traga nunca mais. — a loira diz, pelo jeito entendi porque ela me defendeu no dia que esmurrei ela na rua, e ficou contra a amiga.
– ele tem uma ótima índole anahi, Acredita em mim.......
– e pessoas com ótimas índoles são presas por assassinato? — pergunto aparecendo, deixamos todos de boca aberta.
Até o próximo capítulo que sairá amanhã, dois capituluzinhos para vocês e um da história nova beijos
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a beggar in my life Aya
Randomanahi uma mulher madura e segura de si, quando quer uma coisa corre atrás, dona de uma grande empresa de arquitetura e de uma rede de hotéis, e uma mulher amargurada, fria, não nutri sentimentos por ninguém. odeia que se intrometam na sua vida, tem...
