Capitulo 03
Uma semana depois
Anahi.
Já não aguentava mais esse carma, maldito homem que não sai dos meus pensamentos dia e noite, que vive me atazanando, nunca me imaginei tão abalada emocionante com um homem que se quer conheço.
Que vi apenas três vezes na vida, nada mais que isso.
Hoje tenho um encontro com uma mulher que quer vender outro prédio para mim, foi a mesma que me vendeu isso aqui, ela se chama Lúcia Herrera, parece que e mãe, tia, alguma coisa assim do antigo dono, que parece ter dado para ela, antes de ir embora.
Não posso negar que os prédios são lindos, com um acabamento perfeito.
E olha que não acho esses edifício mais antigos bonitos, gosto de modernidade, tecnologia.
Mais esse homem tinha um bom gosto para decoração, eu conheci o outro edifício ontem, e uma empresa de publicidade.
A tal Lúcia marcou o encontro para negociar o edifício na casa dela.
Não gostei muito da ideia mais não tinha como não aceitar era ir hoje, ou não ir mais, e desistir do edifício, que parece que tem outras pessoas interessadas.
Não gosto de perder negócio algum para ninguém.
Aquele outro edifício será meu.
Falta cinco minutos para a nossa reunião. Mas como sou apressada, já estava estacionado na frente da mansão, uma casa também bastante linda, não posso negar.
Toco a campainha e uma senhora de mais idade a abre.
– sim? Deseja alguma coisa moça? — a senhora diz parecendo bastante simpática.
– eu tenho uma reunião com a senhora Lúcia Herrera, sou anahi Portilla.
– ah entre senhorita, a senhora Herrera já vai descer. Sente-se, aceita alguma coisa para beber? Um suco? Uma água, café? — a pobre senhora pergunta parecendo bastante simpática e sorridente.
– uma água eu aceito! Se for possível.
– sente-se que já vou trazer – diz se retirando da sala, eu escuto uma voz feminina bem baixinha cantando, caminho seguindo a cantoria, era uma canção bem triste e emocionante.
A senhora que parecia ter uns 80 anos, cantava com uma foto em suas mãos, sua fisionomia era abatida, triste e cansada.
– quem e você querida? – a pobre senhora diz me olhando, acabo me assustando, sua voz era doce, deve ser uma avó maravilhosa.
– eu... eu tenho uma reunião com a senhora Lúcia Herrera. – digo nervosa, não acredito que essa senhora me viu a espionando.
– então sente e espere querida, minha filha quando era no banho demora duas horas, então sente-se para não cansar — a pobre senhora diz rindo.
– como você se chama querida?
– anahi Portilla, e a senhora? — pergunto me sentando ao lado dela.
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a beggar in my life Aya
Randomanahi uma mulher madura e segura de si, quando quer uma coisa corre atrás, dona de uma grande empresa de arquitetura e de uma rede de hotéis, e uma mulher amargurada, fria, não nutri sentimentos por ninguém. odeia que se intrometam na sua vida, tem...
