Touched for the very first time

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Olá, como vocês estão? Eu espero que estejam bem. 

Nem eu imaginei que fosse estar postando algo por agora, em meio a um semestre turbulento na universidade, mas estou aqui e dessa vez é para mais uma pwp, que foi planejada apenas para movimentar um pouco o perfil. 

Antes de tudo eu gostaria de agradecer especialmente VanteLady por ter feito a betagem dessa fanfic e por ter se disposto a me ajudar com correções de textos e afins, já que eu sou uma ameba para escrita. Muito obrigada por seu trabalho paciente. 

E gostaria de agradecer também taehmyres pela capa INCRÍVEL que me salvou em cima da hora e que foi tudo para minha carreira, e que é completamente linda. Muito obrigada por ter escutado meu pedido bagunçado no meio do dia, você é foda!

E eu gostaria de ressaltar aqui, por último, que nada no texto foi feito com o intuito de romantizar algo problemático ou ferir alguém, então se vocês não concordarem com algo, basta que me sinalizem e eu retirarei a publicação do ar imediatamente, okay? 

Enfim, espero que curtam este leve surto! Prometo que assim que eu estiver com tempo, virão mais novidades para este perfil pobre. 


(...)

Aviso: Palavreado impróprio e conteúdo sexual. Se você não gosta deste tipo de conteúdo, por favor, NÃO LEIA, preserve-se.


Por mais que os tempos atuais fossem tidos por "Tempos modernos e inovadores", quando comparados com os séculos passados, ainda havia aspectos e detalhes da sociedade que permaneciam como tabus firmes ao longo dos anos, e certamente a virgindade era um destes tabus. Embora atualmente as discussões acerca da virgindade e seus mistérios fossem mais abertas, e mais frequentes na sociedade, ainda havia uma questão mágica que envolvia a primeira vez para as pessoas, e não era anormal ver estas pessoas planejarem com cuidado como perderiam seus... ahn... cabaços. E Jeon Jeongguk fazia parte do grupo social que sempre acreditou que a primeira vez no sexo deveria ser em uma ocasião especial, com alguém que amava, e que a perda da virgindade era um evento único.

Bom... ao menos ele permaneceu com estes pensamentos até o dia em que olhou-se no espelho, em seu aniversário de vinte e cinco anos, e decidiu que estava cansado de esperar a pessoa ideal, o evento perfeito e blá blá blá. Ele queria mesmo foder! Se alguém pudesse ouvir seus pensamentos, poderia concluir que ele era algum tipo de viciado em sexo, mas a verdade é que, vendo-se como um adulto, recém-admitido como professor de história em um colégio de ensino médio, de onde podia observar aqueles jovens cheios de hormônios desenvolverem-se e contarem pelos corredores do colégio como havia sido a experiência do primeiro sexo, ele sentia uma súbita urgência em fazer aquilo acontecer. Bom, não era de inteiro culpa dele o fato de ainda ser virgem, veja bem: ele era um homem orgulhosamente bissexual, com apoio dos papais, do irmão e do restinho de sua família, mas ele havia experienciado relações amorosas fracassadas demais para que pudesse se entregar.

Ele ainda era ingênuo demais e muito sonhador quando conseguira sua primeira namorada, Sun Hyeoon, quando estava quase no terceiro ano do ensino médio, e por mais bonito que ele fosse, ainda era tímido demais e faltava-lhe iniciativa, o que fez Hyeoon desistir do namoro após ele negar-lhe seu primeiro sexo oral por vergonha. Ele não demorou muito para conseguir outra pessoa, ainda antes daquele ano terminar ele e Kim Yugyeom estavam juntos e felizes, já que eram amigos antes mesmo de tornarem-se amantes. Acontece que... bem, ele amava o namorado, mas ele era afobado demais, e na única vez em que ele havia realmente se preparado para fazer algo, o Kim ficou tão excitado somente em vê-lo de cueca que gozou cerca de dois minutos após seu pau levantar e... bem, não levantou mais. Ele não era babaca ao ponto de terminar um namoro apenas por aquilo, mas eventualmente as coisas foram esfriando entre ele e Yug e logo o relacionamento chegou ao fim.

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