capitulo 01

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Prólogo

Narrado por anahi.

Hoje com quase trinta anos, me sinto bem com uma carreira promissória, bem sucedida, nada sai do meu controle, tudo e perfeito, a única coisa que me atrapalha e as pessoas intrometidas que pensam que são melhores que eu, eu gosto que todos estejam ao meu controle, por muitas vezes sou chamada de, mulher amargurada, filhinha de papai, ridícula insuportável, esse não presta.  Pelo simples modo como trato meus funcionários eu gosto que ele estejam ao meu controle, se não já acham que podem cagar ordem, porque não e assim que funciona, a única que manda aqui sou eu, mais ninguém.

Eu que me matei para construir isso aqui tudo, ninguém me ajudou, nem o verme do meu pai, nem a alejada da minha mãe, ninguém, eu que me matei para ter isso tudo aqui, ninguém me apoiou, apenas me condenaram por algum que eu se quer tive culpa, me humilharam, agrediram, fizeram traumas psicológico por causa de um acidente...

Será que realmente foi um acidente?

Flashback

Estavam dentro de uma sala de hospital enquanto minha mãe gritava comigo, eu tinha apenas doze anos quando me encontrava em uma grande crise de choro, com aqueles dois me apontado o dedo.

– você foi a culpada anahi, você matou a Giovanna, você e um monstro deus nunca vai te perdoar – minha mãe grita enquanto me sacode pelos braços – você vai ser uma infeliz, sua vida inteira vai ser infeliz, por ter matado a sua irmã.

– não.... Foi minha culpa mãe.... Eu tentei segurar ela... Eu juro

– não jure em vão, deus está vendo, ele viu quando você empurrou a minha filha, você e um demônio, eu te odeio, seu pai te odeia, a Giovanna te odeia, você nunca deveria ter existindo seu monstro – diz a última parte me jogando no chão, enquanto vai embora.

Flashback off

Será que foi realmente um acidente? Talvez se eu estivesse segurado mais ela estaria aqui..

Giovanna era quatro anos mais nova que eu, eu amava aquela menininha tanto.

O que ela tinha de adorável, tinha de teimosa, naquele dia estávamos de férias com nossas pais.

O lugar era mágico, tinha uma cachoeira linda, naquele dia ficamos distraidas, e acabamos nos afastamos deles, e aquela peste queria Subir até lá encima e subiu....

Eu corri atrás, mais quando eu cheguei até lá, ela já estava pendurada.....

Eu tentei segurar ela, mais consegui.... Ela escorregou....

Se eu tivesse cuidado mais dela..... Ela estaria aqui comigo...

Talvez eu seja ruim, mais eu não consigo olhar para minha mãe encima daquela cama e não me sentir feliz vendo a desgraça dela, ela destruiu a minha vida de um jeito, foram anos e anos ela me culpando, dizendo que eu dependia dela.

E hoje eu olho para isso tudo aqui e vejo como eu nunca dependia de ninguém, apenas de mim mesma, eu estudei, me matei de trabalhar, construir tudo com todo o esforço do mundo, e ninguém nunca vai conseguir me derrubar.

O meu pai, está encima de uma cama com um maldito tumor o comendo por dentro, está pagando por todos os tapas, comidas jogadas no chão,  por ter me trancado naquele sótão, frio escuro, com ratos...

Hoje eles não passam de um casal miserável, que vivem de um salário mínimo, num casebre, que nem água tem direito, o pouco do dinheiro que eles tem vai nos remédios deles..

Eles acabaram com uma vida infeliz, sem um puto centavo, aí me perguntam porque não sinto pena deles?

Eles nunca sentiram de mim, eu estava sofrendo também, se pudesse eu estaria no lugar da minha pequena Giovanna, mais não, aconteceu, não adiantava culpar ninguém....

Adoro quando eles vem me pedir dinheiro porque estão passando fome.

Eles que foram de mim, quando entre numa universidade pública, que não seria ninguém na vida, porque queria meu dinheiro? O dinheiro de uma ninguém.

De uma assassina, monstro, demônio, eles só dão valor quando estão precisando, a fortuna deles acabou tão rápido, eles queria uma vida estravagante, só queria viajar, comprar besteira.

Desde que a Giovanna morreu eles nunca mais apareceram na sepultura dela, se não fosse eu ir lá e cuidar, lá teria só lixo, eles nunca se importaram de verdade com ela, parece que só lembram dela quando gostavam de me culpar.

Ninguém sabe da minha vida, nem oque eu passei quando era adolescente, prefiro guardar para mim, não gosto que sintam pena de mim, nunca precisei disso, olha aonde eu cheguei.

Hoje é o meu primeiro dia trabalhando na nova sede da minha empresa, eu mandei construir do meu jeitinho, no casa o prédio já foi uma empresa de publicidade, mais dizem que o dono enlouqueceu, demitiu todo mundo e sumiu pelo mundo.

Mais isso e só um boato, concerteza a empresa faliu e para não ficar com na fama o dono inventou que enlouqueceu, não acredito em loucura, para mim louco e quem rasga dinheiro e concerteza esse homem não faz isso.

Quando dizem que dinheiro não trás felicidades e mentira, olha eu aqui fez com tudo oque eu construir, com os números acompanhados de vários zeros na minha conta bancária.

Não precisava de mais nada, já tinha tudo, dinheiro meu trabalho, minha casa, meu cachorro, minha única amiga e insuportável, não preciso de mais nada na vida

– senhora precisa descer agora, tem uns loucos fazendo um grande protesto lá embaixo criando um túmulo grande, precisamos da senhora, eles falaram que vão matar todos – a secretária me diz apavorada.

só oque me faltava loucos invadir a minha empresa querendo matar todo mundo.

Desço para ver de que se tratava, quando me deparo com apenas um mendigo bêbado e fedorento espraguejando todos, eu pensei que seriam mais de um, e que no mínimo teriam uma arma ou faça em suas mãos.

E simplesmente um homem miserável sujo, que com o pouco de dinheiro que ganha nós sinal com certeza gasta com bebida no lugar de comida.

– TODOS VOCÊS VÃO MORRER, TODOS QUE ENTRAM NESSE PRÉDIO MORREM, TODOS....

o miserável gritava

- o meu senhor você poderia fazer o seu fisco longe da minha empresa - digo chegando perto dela, mais me arrependendo quando sinto o cheiro.

Até o próximo capítulo que sera postado na quarta feira 25/05 será dois capítulos por semana espero que gostem da história


a beggar in my life   AyaOnde histórias criam vida. Descubra agora