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SIENNA DEVORA, point of view.

- Escolhe uma roupa pra mim enquanto termino de arrumar meu cabelo? - Peço, a minha mãe e ela assenti

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- Escolhe uma roupa pra mim enquanto termino de arrumar meu cabelo? - Peço, a minha mãe e ela assenti. Saindo do banheiro e indo para meu closet.

Desenrolo meus cabelos grandes da toalha e ligo o secador, começando a secalos enquanto os penteio com a escova. Depois de estar com o cabelo totalmente seco e arrumado, saio do banheiro. Encontrando minha mãe sentada em minha cama.

- Separei esse cropped branco de manga longa e, essa calça jeans colada. - Me estende as roupas e sorrio fraco agradecendo. Pego as peças e entro em meu closet, me trocando de forma rápida.

- Como estou? - Coloco a mão na cintura fazendo pose e, minha mãe sorri batendo palminhas. O que me faz rir.

É engraçado e fofo a forma como ela me endeusa até de mais as vezes.

- Você esta linda! - Elogia sorrindo e, sorrio de volta para ela.

- Uau, onde você vai tão arrumada assim? - Ouvimos a voz de meu pai, e me viro para a porta do quarto. Encontrando o mais velho encostado no batente da porta, de braços cruzados.

- Sie, vai sair com alguns amigos. - Minha mãe responde sorrindo. E sou obrigada a revirar meus olhos, enquanto me sento em minha penteadeira.

- Isso não é meio perigoso? Não é bom você passar das onze na rua. Ainda é muito nova. - Meu pai, arqueia as sobrancelhas para mim.

- Eu tenho dezessete anos, não quatorze. E além do mais Nailea, vai estar comigo. - Respondo seca, enquanto faço uma maquiagem básica.

Minha mãe força uma tosse e sorri fraco, se levantando e abraçando meu pai de lado. É ridículo a forma como eles quase se matam de brigar quando ele esta bêbado e agressivo. E depois simplesmente agem como ce nada tivesse acontecido

Meu pai é alcoólatra desde os meus dez anos. Depois que o irmão mais velho dele faleceu, tudo começou a dar errado. Do pai exemplar e incrível que ele era, virou um bêbado nojento que bate em minha mãe. Aos onze flagrei a cena deprimente dele dando um soco no rosto dela. Depois disso nunca mais consegui o olhar da mesma forma. Eu sinto nojo Raiva, rancor e, se pudesse, fazeria ele sumir de nossas vidas. Já tentei por várias vezes convencer minha mãe de pedir o divórcio. Mas toda vez que ela toca no assunto, meu pai recua e chora pedindo por mais uma chance. É ridículo.

- Acho que nesse caso tudo bem então. Você está linda minha filha. Quando cortou o cabelo pela última vez? Esta tão enorme. - Meu pai me elogia sorrindo, e forço um sorriso me levantando.

- Cortei quando você estava internado na clínica de reabilitação, no ano passado. - Respondo. E meus pais me encaram, como se este assunto fosse proibido.

DIARY | vinnie hacker Onde as histórias ganham vida. Descobre agora