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《Niklaus》

Saber que tinha Sophia como filha foi uma surpresa, eu fiquei com raiva da Hayley pelo que ela fez, mas no final tinha que admitir que sentia algo pela mãe de minha filha mais nova. Descobrir que tinha mais uma filha e que sua mãe a manteve presa como um animal me irritou ao ponto de querer arrancar sua cabeça fora.

Contar para Lillith me deixou mais aliviado a morena tinha esse efeito sobre mim, agora saber que tinha um quarto filho e lidar com as piadas de Lillith foram o cúmulo para mim, eu sei que ela estava certa não podia negar que isso foi uma falta de atenção minha.

Olho para o endereço que me foi dado por Lillith. Um orfanato... parece que eu não sabia mesmo escolher as mulheres que iriam geram meus filhos. Hayley tentou fazer um aborto que de certa forma deu certo, a mãe da minha terceira filha que nem cheguei a descobrir o nome a tratava como um animal uma aberração, agora meu quarto filho ou filha estava em um orfanato, suspiro e entro no local caindo aos pedaços.

— em que posso ajudar — fala uma mulher ruiva assim que entro na espelunca. Ela claramente estava dando em cima de mim, e estava falhando miseravelmente.

— Quero adotar uma criança — falo curto sendo direto

— em qual idade o senhor tem em mente, cor de pele e olhos... — fala se aproximando, ela falava como as crianças aqui fossem mercadorias.

— gostaria de poder conhecer todas as crianças que tenham menos de seis anos. Crianças de cinco ou que iriam completar cinco recentemente — minha filha ou filho com certeza tinha essa faixa etária.  A ruiva logo me guiou pelo local pude ver várias crianças em estado lamentável. Meu filho estava aqui... Me sentia um inútil, como pude ser tão desatento.

Ando pelo local olhando todas as crianças, logo todas se reuniram no salão de visitas, mais nem uma delas emanava a energia que as minhas filhas transmitia, eram todas humanas. Olho pelo local me concentrando em qual quer sinal de bruxa ou bruxo que estivesse no orfanato até que sinto.

— tem mais alguma criança com essa fachetoria? — pergunto para a ruiva que agora se encontrava com os primeiros botões da blusa aberta.

— Sim... o Nicolas — fala olhando pelas crianças  — ele não gosta de socializar com as outras crianças ele é bem violento e estressado você não iria que...

— Onde ele está? — a corto

— ele... ele está na sala de artes, não sai de lá — fala me guiando até a tal sala de artes, quando a porta é aberta vejo um menino com cabelos encaracolados loiros e olhos azuis como os meus, sorrio ele era a minha cara

— Nicolas! — A ruiva grita chamando a atenção do garoto que a olha mortalmente, eu conheço aquele olhar era o meu olhar. — venha aqui!

[...]

Depois de hipnotizar a diretora do orfanato a fazendo esquecer tudo sobre o meu filho, o ajudei a entrar no carro não levava nem uma roupa eu iria comprar tudo. Ele nao falou se quer uma palavra para mim assim como a sua irmã espero que Lillith tenha tido mais sorte. A viagem até o aeroporto não demorou mais que duas horas, quando chegamos de novo em Nova Orleans já era de noite, Nicolas não se dirigiu uma palavra a minha pessoa, eu tentei mais falhamente acabei decidindo respeitando seu espaço se ele tiver herdado meu gênio igual Sophia sabia que não iria conseguir nada dele agora.

O ajudei a subir na cadeirinha, estava aliviado de estar em Nova Orleans,  meus irmãos não sabiam o por que tinha saído as praças tenho certeza que Lillith arrumou uma desculpa. Ele olhava tudo curioso assim como Sophia quando a levei de carro até o quartel. A diferença era que eu o levava para o castelo Adams. Nicolas olhava o castelo impressionado era totalmente diferente de seu orfanato. O pego no colo e ele não questiona já que estava Mais concentrado no jardim de rosas azuis e negras.

Mikaelson perdida Onde as histórias ganham vida. Descobre agora