Cena constrangedora

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Já se passava das duas da manhã, e desde aquele momento na cozinha que não vejo a Liz. Por fim criei coragem e resolvi procura minha acompanhante percorri todo a área da festa e nada dela, acabei esbarrando no João

João: opa – riu, provavelmente bêbado – Pensei que tinha ido embora Rafinha – sim ele estava bêbado.

Sair de lá e o deixei falando sozinho, entrei na casa e a procurei por todos os cômodos do andar de baixo, e em alguns quartos do andar de cima, o que com certeza foi uma mã idéia. Caminhei até o fim do corredor, abri a porta do quarto e me dei de cara com uma cena digamos que constrangedora, o Phonso estava transando com a Deby.

Rafa: desculpa, não sabia que estava ocupado – fechei a porta rapidamente.

Desci correndo a procura da Liz, e a encontrei no bar, sozinha.

Rafa: estava a sua procura

Liz: Nossa me desculpa, não tive a intenção de deixá-la sozinha.

Rafa: tudo bem, o que fez neste período?

Liz: bem, o John beijou-me – suspirou apaixonada, rir.

Rafa: foi bom?

Liz: maravilhoso, mas não irei criar expectativas, ele como diz é de todas e eu quero ser a única.

Rafa: entendo – sorri

Liz: e você o que fez?

Rafa: além de olhar esses bêbados dançarem a noite toda, acabei por presenciar uma cena, constrangedora

Liz: o que?

Rafa: estava te procurando e acabei vendo o Phonso, transando com a Deby – ela começou a rir

Liz: desculpa amiga, mas deve ter sido bastante constrangedora

Rafa: não imagina o quanto – acabei por rir também

Liz: vamos? Estou cansada - suspirou

Rafa: vamos

Levantamo-nos e fomos procurar o John para nos despedirmos, acabamos encontrando ele na escada conversando com o Phonso.

Liz: espera – sussurrou, puxando-me para ouvirmos a conversa

Phonso: cara, o que irei dizer a ela agora? Como irei olhar para a seu rosto

John: calma Phonso, vocês não têm nada, nem amigo vocês chegam a ser

Liz: John? – disse saindo do nosso esconderijo, a acompanhei

John: oi - sorriu

Liz: estamos indo

John: mas já? – parecia um tanto inconformado

Rafa: sim, estou cansada e acordamos cedo

Phonso: mas amanhã não tem aula

Liz: iremos resolver algumas coisas – ela me olhou e eu rir

John: bom, tudo bem, nos vemos por ai

Ele me deu um beijo no rosto e um beijo no canto da boca da Liz, rir e sair de lá, fui até o portão para chamar um taxi, chamei um que passava e quando ia entrar sentir alguém pegar minha mão olhei e era o Aphonso

Rafa: o que houve? – o olhei confusa

Phonso: queria me desculpa, pelo que viu a pouco tempo

Rafa: esta falando da cena no quarto? – ele assentiu – ah fique tranquilo, eu deveria ter batido na porta antes, eu quem deveria ter me desculpado

Phonso: mesmo assim, te peço desculpas não queria que você tivesse visto. – suspirei

Rafa: tudo bem – sorri

Despedi-me dele e entrei no taxi, a Liz entrou logo em seguida, dei o endereço ao taxista e o mesmo o seguiu.

Liz: conversei sobre você com o João – me falou com receio.

Rafa: Liz, não quero saber nada sobre o João

Liz: eu sei que ele te magoou, e mesmo sendo meu irmão não o perdoei por ter feito o que fez.

Rafa: tudo bem, aguas passadas não movem moinhos, não é isso que costuma dizer? – ela riu

Liz: é, mas você o perdoou?

Rafa: você perdoou o Erick? – ela ficou em silêncio – já sabe minha resposta;

Seguimos o resto do caminho em silencio, o taxi chegou, paguei o mesmo e descemos.

Liz: Onde dormiremos hoje? – rir

Rafa: bem, por mim pode ser na sua casa

Liz: vamos então

Seguimos para sua casa, entramos em silencio e subimos para seu quarto, tomei um banho rápido vestir meu pijama e ela fez o mesmo, ficamos conversando sobre a noite e pegamos no sono. Acordei-me no outro dia antes da Liz, fui ao banheiro tomei um banho fiz minha higiene – eu tinha roupas e escova de dente lá – vestir uma roupa leve e acordei a Liz, que levantou resmungando me fazendo rir, ela foi ao banheiro e depois de um tempo saiu já arrumada, descemos e seus pais estavam na mesa. 

Rafa: bom dia tia, tio –

Clarisse: Bom dia rafa

Bruno: bom dia princesa

Liz: bom dia, pai e mãe

Eles: bom dia filha – rimos

Tomamos nosso café da manhã em meio a conversas, até um ser entrar na cozinha;

João: bom dia família, Rafinha – ele sabia que eu odiava esse apelido.

Rafa: ontem à noite relevei por você estar bêbado, mas hoje não – levantei-me e olhei para a Liz – Amiga, depois te ligo irei para casa, tchau tia e tio

Liz: tudo bem - sorrio

Eles: tchau linda

Sair e fui dar uma voltar pelo bairro antes de ir para casa, os carros dos meus pais estavam lá então com certeza estavam brigando, fui caminhando até a praça, me sentei por lá e fiquei olhando algumas mulheres correrem, e algumas mães passearem com seus bebês. Fiquei bastante tempo por lá, depois levantei fui a sorveteria comprei um sorvete e voltei pra casa tomando o mesmo, bem era minha intenção mas um ser esbarrou em mim, derrubando todo o sorvete em minha blusa.

Rafa: está cego garoto? – olhei e era o Aphonso – ah claro tinha que ser você

Phonso: nossa, desculpa Rafa, não te vi, te compro outra blusa se quiser

Rafa: não quero nada vindo de você – respondi ríspida e fria.

Phonso: você sempre acorda de tpm?

Rafa: sempre porque tem algo contra?

Phonso: calma Rafaela, sinceramente eu não há vi, estou com pressa, me desculpa. – suspirei

Rafa: tudo bem, me desculpa pelo meu ataque de fúria, mas o irmão da Liz me tirou do serio

Phonso: o que ele te fez?

Rafa: nada, licença – passei por ele e segui para casa

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