"Pegue este livro para dar uma folheada e... quer um
conselho? Não marque nenhum compromisso, porque você não vai
conseguir largá-lo.
É genial!"
Sunday Express
"Como sempre, Marian Keyes consegue fazer com que você
alterne lágrimas e gargalhadas até a última página."
Company
"Deveria vir com uma tarja de advertência: causa grave
dependência... é desses livros que você pega e não consegue largar!"
Sunday Express
"Sua narrativa é cheia de vida, e, graças aos seus livros, o
mundo é um lugar melhor."
Irish Tatler
"Marian Keyes criou três personagens incrivelmente
verossímeis nesta história sobre a busca da felicidade... O ilusório
objetivo da felicidade é um tema com o qual Keyes tem grande
familiaridade, e é por isso que escreve sobre ele com tanta
desenvoltura."
Observer
Três mulheres, cujas vidas estão interligadas,
vivendo numa mesma cidade...
LISA EDWARDS está "atolada" em Dublin,
lançando a revista Garota, quando deveria estar
vestindo Prada da cabeça aos pés e agitando em
Londres. Mas será que ela está infeliz? Bom, isso ela não
diria por nada neste mundo.
ASHLING KENNEDY é a Rainha dos
Problemas: bolsas aos montões, mas cintura e
namorado, que é bom, neca! E, lá no fundo, a sensação
de que tem alguma coisa faltando na sua vida.
CLODAGH KELLY deveria ser um modelo de
felicidade: casada com o seu príncipe encantado, tem
dois filhos adoráveis e uma casa maravilhosa. Mas, então,
por que nos últimos tempos anda sentindo uma
vontade incontrolável de beijar um sapo? (Trocando em
miúdos: de dormir com um sapo.)
Sushi é um livro sobre a busca da felicidade. E
ensina que, quando você deixa as coisas ferverem sob a
superfície por tempo demais, mais cedo ou mais tarde
elas acabam transbordando...
VOCÊ CONHECE ESSAS TRÊS MULHERES?
LISA
Esqueça o sol, este ilustre desconhecido - eu é
que nasci para brilhar! Superpoderosa, avanço pela corda
bamba do sucesso usando salto dez, sem jamais perder
o equilíbrio. (Bem, às vezes dou uma balançadinha, mas
ninguém percebe, porque as pernas são mais rápidas do
que os olhos.) Mas cuidado, garoto, eu sou perigosa!
Afinal, o lema de uma Guerreira do Glamour é: os fins
justificam as meias (de seda.) E rufem os tambores!
Estou prestes a encarar o maior desafio da minha
carreira jornalística - criar uma revista feminina
trans-lum-bran-te... ah, não!
Com meia dúzia de caipiras como assessores e
uma verba em que faltam vários zeros, numa aldeola
onde Judas perdeu as botas. Bom, pelo menos isso,
porque as botas não eram de Manolo Blahnik!
Será que, pela primeira vez, deixarei a minha
peteca de plumas de pavão cair?
Façam suas apostas!
ASHLING
Ah, meu Deus, estou uma pilha! (Até aí, nada de
novo sob o sol - afinal, quando é que não estou uma
pilha?) Hoje tenho uma entrevista de emprego numa
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